Dwayne Johnson Comenta as Críticas Divididas de Moana Semanas Após a Estreia do Live-Action

Dwayne Johnson Maui Dwayne Johnson
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O ator, que interpreta Maui no remake da Disney, disse à revista PEOPLE como encara a reação mista da crítica ao filme.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

  • Dwayne Johnson comentou, em entrevista à PEOPLE, a diferença entre as primeiras avaliações do live-action de Moana e as críticas que vieram depois.
  • O filme, dirigido por Thomas Kail e estrelado por Johnson e Catherine Lagaʻaia, arrecadou mais de US$ 263 milhões no mundo todo após custar cerca de US$ 250 milhões para ser produzido.
  • Para o ator, o mais relevante foi a aprovação da comunidade polinésia, já que a representação cultural autêntica foi o motivo original por trás do projeto.

Dwayne Johnson decidiu se pronunciar sobre a recepção dividida que o live-action de Moana vem recebendo desde sua estreia nos cinemas, no dia 10 de julho. Em conversa com a PEOPLE, o astro de 54 anos relembrou o momento em que percebeu que a crítica especializada não reagiria da mesma forma que o público.

Segundo ele, as duas primeiras avaliações do filme foram surpreendentemente positivas, o que o deixou animado logo de início. Johnson contou que, pouco depois, o cenário mudou algo que, na visão dele, é simplesmente parte do funcionamento da indústria do entretenimento. Ele descreveu esse momento como algo que “vai de um jeito” e depois muda de rumo, como costuma acontecer nesse meio.

No filme, Johnson retoma o papel do semideus Maui, personagem que já havia interpretado na animação original de 2016 e na sequência de 2024. Já Catherine Lagaʻaia assume o posto de protagonista, vivendo a destemida navegadora Moana. A produção, comandada por Thomas Kail, ficou abaixo das expectativas em bilheteria: arrecadou pouco mais de US$ 263 milhões globalmente, um número relativamente modesto diante do orçamento de US$ 250 milhões.

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O contraste entre público e crítica chamou atenção. No Rotten Tomatoes, o longa registra apenas 31% de aprovação entre os críticos profissionais, mas salta para 88% na avaliação do público uma diferença expressiva que reforça a percepção de Johnson sobre reações diferentes vindas de audiências diferentes. Esse tipo de divergência não é incomum em remakes live-action de clássicos animados, que costumam dividir opiniões entre quem compara com o original e quem assiste sem essa referência.

Public Domain (U.S. Government Work – U.S. Army)
Public Domain (U.S. Government Work – U.S. Army)

O ator revelou que essas discussões sobre a repercussão do filme aconteceram, inclusive, dentro de casa. Ele e a esposa, a cantora e compositora Lauren Hashian, de 41 anos, trocaram impressões sobre o assunto durante conversas noturnas na cozinha, depois que as filhas do casal já estavam dormindo. Johnson e Hashian, casados desde 2019, são pais de Jasmine, de 10 anos, e Tiana, de 8. O astro também é pai de Simone, de 24 anos, fruto do casamento anterior com Dany Garcia.

De acordo com Johnson, o mais importante era manter o foco no que realmente importava a longo prazo, além do “barulho” natural de um fim de semana de estreia. Para ele, tanto quem gostou quanto quem não gostou do filme está no seu direito o que teve peso de verdade foi a resposta da comunidade polinésia à representação cultural do longa.

Johnson, que tem herança samoana por parte da mãe, Ata, destacou que essa autenticidade foi, na prática, a razão de existir do projeto. Ele mencionou o quanto significa para ele e para os próprios filhos poderem se ver representados na tela grande algo que, segundo o ator, tem um valor simbólico enorme para famílias polinésias que raramente veem sua cultura retratada dessa forma em produções de grande escala.

Lauren Hashian também comentou a recepção calorosa da comunidade Polinésia e de outras pessoas que se identificaram com os temas do filme. Para ela, mesmo quem não tem raízes polinésias consegue se conectar com as ideias de família, amor, perda e superação presentes na trama sensação que, segundo a cantora, se intensifica ao assistir ao filme ao lado dos próprios filhos. Hashian afirmou ainda que a experiência a emociona profundamente, a ponto de chorar diversas vezes durante as exibições.

Além do filme, Johnson e Hashian também assumem a produção executiva de um novo projeto ligado ao universo de Moana: o álbum Moana: Voices Across the Ocean, que reúne artistas das ilhas do Pacífico em faixas inspiradas na história. A coreógrafas do filme, Tiana Nonosina Liufau e Kayla Faʻamaligi, também assinam como produtoras executivas do disco.

Com o live-action ainda em cartaz nos cinemas, a expectativa agora é ver como o filme vai se sustentar nas próximas semanas e se o impacto cultural celebrado por Johnson vai, com o tempo, pesar mais do que os números iniciais de bilheteria e as notas da crítica.

O ator, que interpreta Maui no remake da Disney, disse à revista PEOPLE como encara a reação mista da crítica ao filme.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

  • Dwayne Johnson comentou, em entrevista à PEOPLE, a diferença entre as primeiras avaliações do live-action de Moana e as críticas que vieram depois.
  • O filme, dirigido por Thomas Kail e estrelado por Johnson e Catherine Lagaʻaia, arrecadou mais de US$ 263 milhões no mundo todo após custar cerca de US$ 250 milhões para ser produzido.
  • Para o ator, o mais relevante foi a aprovação da comunidade polinésia, já que a representação cultural autêntica foi o motivo original por trás do projeto.

Dwayne Johnson decidiu se pronunciar sobre a recepção dividida que o live-action de Moana vem recebendo desde sua estreia nos cinemas, no dia 10 de julho. Em conversa com a PEOPLE, o astro de 54 anos relembrou o momento em que percebeu que a crítica especializada não reagiria da mesma forma que o público.

Segundo ele, as duas primeiras avaliações do filme foram surpreendentemente positivas, o que o deixou animado logo de início. Johnson contou que, pouco depois, o cenário mudou — algo que, na visão dele, é simplesmente parte do funcionamento da indústria do entretenimento. Ele descreveu esse momento como algo que “vai de um jeito” e depois muda de rumo, como costuma acontecer nesse meio.

No filme, Johnson retoma o papel do semideus Maui, personagem que já havia interpretado na animação original de 2016 e na sequência de 2024. Já Catherine Lagaʻaia assume o posto de protagonista, vivendo a destemida navegadora Moana. A produção, comandada por Thomas Kail, ficou abaixo das expectativas em bilheteria: arrecadou pouco mais de US$ 263 milhões globalmente, um número relativamente modesto diante do orçamento de US$ 250 milhões.

O contraste entre público e crítica chamou atenção. No Rotten Tomatoes, o longa registra apenas 31% de aprovação entre os críticos profissionais, mas salta para 88% na avaliação do público uma diferença expressiva que reforça a percepção de Johnson sobre reações diferentes vindas de audiências diferentes. Esse tipo de divergência não é incomum em remakes live-action de clássicos animados, que costumam dividir opiniões entre quem compara com o original e quem assiste sem essa referência.

O ator revelou que essas discussões sobre a repercussão do filme aconteceram, inclusive, dentro de casa. Ele e a esposa, a cantora e compositora Lauren Hashian, de 41 anos, trocaram impressões sobre o assunto durante conversas noturnas na cozinha, depois que as filhas do casal já estavam dormindo. Johnson e Hashian, casados desde 2019, são pais de Jasmine, de 10 anos, e Tiana, de 8. O astro também é pai de Simone, de 24 anos, fruto do casamento anterior com Dany Garcia.

De acordo com Johnson, o mais importante era manter o foco no que realmente importava a longo prazo, além do “barulho” natural de um fim de semana de estreia. Para ele, tanto quem gostou quanto quem não gostou do filme está no seu direito o que teve peso de verdade foi a resposta da comunidade polinésia à representação cultural do longa.

Johnson, que tem herança samoana por parte da mãe, Ata, destacou que essa autenticidade foi, na prática, a razão de existir do projeto. Ele mencionou o quanto significa para ele e para os próprios filhos poderem se ver representados na tela grande algo que, segundo o ator, tem um valor simbólico enorme para famílias polinésias que raramente veem sua cultura retratada dessa forma em produções de grande escala.

Lauren Hashian também comentou a recepção calorosa da comunidade Polinésia e de outras pessoas que se identificaram com os temas do filme. Para ela, mesmo quem não tem raízes polinésias consegue se conectar com as ideias de família, amor, perda e superação presentes na trama sensação que, segundo a cantora, se intensifica ao assistir ao filme ao lado dos próprios filhos. Hashian afirmou ainda que a experiência a emociona profundamente, a ponto de chorar diversas vezes durante as exibições.

Além do filme, Johnson e Hashian também assumem a produção executiva de um novo projeto ligado ao universo de Moana: o álbum Moana: Voices Across the Ocean, que reúne artistas das ilhas do Pacífico em faixas inspiradas na história. A coreógrafas do filme, Tiana Nonosina Liufau e Kayla Faʻamaligi, também assinam como produtoras executivas do disco.

Com o live-action ainda em cartaz nos cinemas, a expectativa agora é ver como o filme vai se sustentar nas próximas semanas — e se o impacto cultural celebrado por Johnson vai, com o tempo, pesar mais do que os números iniciais de bilheteria e as notas da crítica.

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Anitta Khan

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